PUBLICACIONES CIENTÍFICAS Y ACADÉMICAS

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    Probiotic–intestinal epithelium crosstalk: mechanisms of adhesion, signalling, and immunomodulation
    (2025) Maldonado-Galdeano, Carolina; Cazrola, Silvia Inés; Fuller, Roy; Weill, Ricardo; Perdigón, Gabriela
    A large number of studies have highlighted the important role of probiotics in maintaining intestinal homeostasis and promoting host health. Although, several mechanisms have been proposed in recent years the exact mechanisms by which probiotic exert their effect on the immune system are not completely understood. However, intestinal epithelial cells (IEC) have an undisputed participation in the initial stages of communication between probiotics and host cells. This review summarises the current knowledge on the interaction of probiotics with IEC and the consequent stimulation of gut immune cells. In addition, it emphasises the importance of probiotics adhesion to the intestinal mucus or to the IEC as a crucial step to sustain the gut immune surveillance, ensure the probiotic efficacy and promote the activation of immune cells in organs beyond the gut.
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    Evaluación de la respuesta del gobierno argentino a la COVID-19
    (2026) Fontela, Mariano; Proto Guitérrez, Fernando
    Este artículo describe la respuesta del gobierno argentino a la COVID-19 y la reacción del entorno político nacional, con el objetivo de caracterizar las principales políticas de prevención e inmu-nización implementadas entre 2020 y 2022 y analizar su desempeño mediante la comparación del exceso de mortalidad con otros países sudamericanos. Se realizó un estudio descriptivo-analítico basado en fuentes secundarias. Los resultados sugieren que el gobierno argentino, pese a un entorno político opo-sitor sumamente adverso, generó consensos con sectores diversos, implementó tempranamente medidas de prevención, amplió la oferta sanitaria crítica, planificó una estrategia de inmunización satisfactoria y extendió el acceso a información. En la comparación regional, el exceso de mortalidad ubicó al país entre las respuestas gubernamentales relativamente más exitosas del subcontinente durante 2020-2022. El artículo concluye que la concertación interjurisdiccional se asocia con resultados sanitarios favorables, y ofrece evidencia para el diseño de políticas ante futuras emergencias sanitarias.
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    Avaliação, análise e auditoria de políticas de saúde: interfaces estratégicas para a decisão, a garantia de direitos, a qualidade e a eficiência no SUS
    (2026) Rasga Moreira, Marcelo; Mendonça Guimarães, Raphael; Fontela, Mariano; Bruxellas Parra, Rafael
    A EXISTêNCIA DO SISTEMA ÚNICO DE SAúDE (SUS) INSCREVE A POLíTICA DE SAúDE brasileira em um horizonte normativo exigente. Como política pública orientada pelos princípios da universalidade, da integralidade e da equidade, o SUS não pode ser pensado apenas como um arranjo organizacional de serviços. Trata-se de uma construção histórica inspirada em uma visão coletivista de sociedade e situada em um período de luta pela democracia e pela superação da ditadura militar imposta ao País em 19641. Por isso, foi fundada no reconhecimento da saúde como direito de todos e dever do Estado, que é demandado a implementar políticas capazes de enfrentar desigualdades, produzir cuidado e sustentar a garantia de direitos em contextos sociais e territoriais heterogêneos. Essa condição torna incontornável a presença de instrumentos voltados a compreender, examinar e qualificar a ação estatal em saúde. Em sistemas universais e complexos como o SUS, é necessário entender como os problemas públicos são definidos, como as prioridades são estabelecidas, como os programas são implementados, quais efeitos produzem e de que modo podem ser corrigidos. É nesse plano que se afirma a articulação entre a análise de políticas, a avaliação e a auditoria. A análise de políticas permite deslocar o olhar para além do enunciado formal das decisões governamentais. Seu interesse recai sobre atores, instituições, contextos e processos, evidenciando que políticas públicas não são respostas lineares a necessidades dadas, mas construções historicamente determinadas, atravessadas por conflitos, mediações institucionais e capacidades estatais3-5. No campo da saúde, essa perspectiva é particularmente fecunda porque ajuda a compreender por que políticas semelhantes produzem efeitos distintos em contextos federativos e territoriais desiguais. A avaliação acrescenta outra camada: se a análise de políticas ilumina a formação e a dinâmica da ação pública, a avaliação interroga o mérito, a pertinência, a coerência, os resultados, os efeitos e os usos das intervenções. Em saúde, esse campo consolidou-se como espaço plural de produção de conhecimento, extrapolando a ideia de que avaliar se resume à mensuração final de indicadores. Avaliar implica examinar relações entre objetivos, meios, implementação e resultados, reconhecendo a complexidade dos contextos em que políticas e programas operam6-8. A auditoria, por sua vez, não pode ser reduzida à verificação de conformidades ou ao controle retrospectivo de falhas. Embora essas dimensões permaneçam essenciais, sua institucionalização no SUS a aproxima também de uma agenda de governança, integridade, desempenho e aprimoramento das políticas9. Ao mesmo tempo, a governança do sistema depende da interação entre diferentes níveis e poderes de governo, especialmente em conjunturas críticas, nas quais se tornam mais visíveis os limites e as possibilidades de coordenação política e institucional. Nessa chave, a auditoria deixa de ser apenas uma instância acessória de fiscalização para participar da identificação de fragilidades sistêmicas, da indução de ajustes e do fortalecimento da gestão pública. É justamente na interseção desses três campos que se situa a relevância deste número especial da ‘Saúde em Debate’, financiado pelo TED 80/2023, firmado entre a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (DenaSUS) do Ministério da Saúde (MS). A análise de políticas permite compreender por que as decisões assumem determinadas formas e quais relações de poder as sustentam; a avaliação oferece instrumentos para julgar a pertinência, os efeitos e os usos das intervenções; e a auditoria acrescenta densidade institucional ao exame da ação pública. Em conjunto, essas perspectivas ampliam a inteligência pública necessária para governar sistemas complexos e sustentar a garantia de direitos no SUS. Neste número especial, um primeiro conjunto de textos volta-se aos fundamentos conceituais e políticos da agenda pública. Reúnem-se, aí, reflexões sobre governança e responsividade; deslocamentos nas abordagens clássicas da análise de políticas; relações entre transformação social, mobilidade e equidade; discussões sobre o uso de indicadores de iniquidade na formulação, no monitoramento e na avaliação; além de análises que aproximam monitoramento, justiça, governança, auditoria e controle da corrupção. Em conjunto, esses trabalhos mostram que o exame das políticas de saúde não pode ser reduzido à mera operação técnica, dissociada dos problemas da desigualdade, da legitimidade e da ação estatal. O segundo eixo concentra-se na auditoria como capacidade institucional e dimensão constitutiva da governança do SUS. Nesse bloco, destacam-se discussões sobre mudanças institucionais e inovação em auditoria; contribuições da auditoria interna governamental para a governança hospitalar; potencial de influência da auditoria na Agenda 2030; compromisso da auditoria com a melhoria das políticas de saúde; implantação de modelos de capacidade institucional; e monitoramento de planos de ação pactuados com os gestores auditados. Trata-se de uma leitura da auditoria menos restrita à conformidade e mais vinculada à indução de mudanças e ao aperfeiçoamento organizacional. O terceiro núcleo enfatiza o monitoramento e a avaliação na gestão e na tomada de decisão. Os textos abordam desafios e potencialidades do monitoramento e da avaliação na gestão estadual do SUS; práticas e tendências dessas atividades na atenção primária; avanços e limites do monitoramento e avaliação de políticas públicas no governo federal; bem como lacunas informacionais sobre auditoria em relatórios anuais de gestão e pareceres de conselhos de saúde. O conjunto recoloca, com força, a questão do uso: não basta produzir informação é preciso compreender como ela circula e em que medida se converte em capacidade efetiva de governo. O quarto bloco desloca essa articulação para políticas, programas e problemas concretos. Estão presentes: debates sobre participação social em processos avaliativos voltados à regulação de cigarros eletrônicos; análises da resposta governamental à covid-19; interfaces entre vigilância em saúde e saúde da população negra; medicamentos da atenção primária; política oncológica a partir da auditoria sobre a Lei dos 60 dias; critérios de prioridade do Farmácia Popular segundo vulnerabilidade social; e novas políticas de atenção especializada, com destaque para o papel federativo do MS. Ao se debruçar sobre esses temas, o número especial mostra que a densidade analítica do debate é condição para compreender como as decisões públicas produzem efeitos diferenciados e como tais efeitos podem ser examinados criticamente. A discussão sobre eficiência comparece em chave compatível com os compromissos do SUS. Em vez de uma noção estreita, reduzida à compressão de custos, os trabalhos aqui reunidos a recolocam em diálogo com qualidade, integridade, equidade e capacidade estatal. Essa inflexão é especialmente oportuna porque, em um sistema público, universal e subfinanciado, eficiência só faz sentido quando articulada à pergunta sobre quem acessa, em que condições, com que qualidade e com quais resultados. O número se amplia, por fim, com resenhas e entrevista que ajudam a situar historicamente o debate e a ampliar sua circulação crítica. Mais do que reunir trabalhos sobre objetos próximos, esta edição reafirma que a análise de políticas, a avaliação e a auditoria compõem um terreno estratégico para o fortalecimento do SUS. Em um contexto de crescente complexidade decisória, persistência de desigualdades e necessidade permanente de qualificação institucional, fortalecer esse terreno comum significa ampliar a capacidade de compreender problemas, sustentar decisões, corrigir rumos e reafirmar a saúde como direito.
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    Análisis bioarqueológico de restos óseos humanos musealizados: revalorización de la reserva patrimonial del Museo Arqueológico Cerro Colorado
    (2026) Díaz, Ivan A.; Recalde, Andrea
    El objetivo de este trabajo es presentar y discutir los resultados del análisis bioarqueológico de tres individuos custodiados en la reserva patrimonial del Museo Arqueológico Cerro Colorado, que cuentan con información contextual (i.e., notas de campo, croquis y fotografías). Los restos ingresaron al museo durante las décadas de 1970 y 1980 y se integraron a un plan de acondicionamiento y conservación preventiva. La metodología empleada abarcó relevamiento de efectos postdepositacionales, la identificación de patologías óseas y dentales, la determinación de las características individuales (i.e. sexo biológico y edad) y la evaluación de prácticas culturales, como la deformación craneal intencional. Además, se realizaron fechados radiocarbónicos y análisis de isótopos estables de carbono (δ¹³C) y nitrógeno (δ¹⁵N) en dos individuos. Este estudio aporta nueva información sobre las comunidades locales que ocuparon la región durante el Holoceno Medio Final y Tardío (ca. 5000-300 años cal. AP) y resalta la importancia del análisis de restos musealizados en una región con antecedentes limitados en este tipo de investigaciones.
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    Region-specific patterns of sexual shape variation in the human bony labyrinth: 3D geometric morphometric analysis of a sample with known genomic sex
    (2026) Menéndez, Lumila Paula; López-Sosa, María Clara; Montiel Hernández, Gustavo Daniel; Groh, Hans; Siles, Wara; Rios, Cassandra; Acosta Morano, Candela; Guevara, Daniela; Novellino, Paula; Mansegosa, Daniela; Chiavazza, Horacio; Giannotti, Sebastian; Pastor, Sebastian; Tissera, Luis; Recalde, Andrea; Diaz, Ivan; Grimoldi, María Solange; Peralta, Eva; Abbona, Cinthia; Tappatá, Micaela Victoria; Del Papa, Mariano; Berón, Mónica; Lucero, Eliana; Messineo, Pablo; Gonzalez, Mariela; Scheifler, Nahuel; Solari, Ana; Da Silva, Sergio Monteiro; Pessis, Anne-Marie; Barberena, Ramiro; Rascovan, Nicolas; Luisi, Pierre; Chappard, Christine
    The human bony labyrinth has attracted increasing interest because of its taxonomic, evolutionary, and functional significance. Although sexual dimorphism has been reported in several aspects of the temporal bone, the extent to which sex, age, size, and allometry contribute to labyrinth shape variation remains poorly understood. Here, we investigated patterns of sexual shape variation in the human bony labyrinth using three-dimensional geometric morphometrics in a sample of 98 archaeological individuals from South America with known genomic sex. Centroid size and allometric effects were assessed in a subset of 90 individuals with comparable metric scaling. In addition to analysing the complete labyrinth, the cochlea and semicircular canals were examined separately to evaluate region-specific patterns of sexual shape variation. Principal Component Analysis showed extensive overlap between females and males, and overall labyrinth shape did not differ significantly between sexes. Males exhibited significantly larger labyrinths than females, and centroid size explained a small but significant proportion of overall shape variation. Regional analyses showed no evidence of significant sexual shape differences in the cochlea or in any individual semicircular canal when analysed separately. In contrast, the combined semicircular canal system exhibited subtle but significant sexual shape variation independent of centroid size, whereas morphological disparity did not differ between sexes. The geometric comparison of the female and male consensus configurations further showed that sexual shape variation was regionally heterogeneous. Whereas the cochlea exhibited a pattern of localized changes with low directional coherence, the semicircular canals displayed more coordinated regional shape changes. The male consensus also exhibited slightly higher canal circularity across all three semicircular canals, particularly the posterior canal, while differences in canal-plane orientation remained minimal. These findings demonstrate that sexual shape variation in the human bony labyrinth is subtle and anatomically partitioned among its components. Although significant sex differences in centroid size were detected across most anatomical regions, overall labyrinth shape and cochlear morphology were primarily influenced by allometry, whereas significant sex-related shape differences were detected only when the semicircular canals were considered as an integrated anatomical system. These findings demonstrate that sexual dimorphism in the human bony labyrinth is subtle but regionally heterogeneous, with the cochlea and semicircular canals exhibiting distinct patterns of shape variation, suggesting that these structures are influenced by different developmental, functional, and evolutionary processes.
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    Percepción y confianza en la vacunación y relación descriptiva con fuentes de información en población general y profesionales de la salud en Argentina
    (2026) Yedlin, Pablo; Tirado, Sandra; Ortíz, Claudio; Lourtau, Gabriela; Grinblat, Natalia
    Introducción: La disminución de las coberturas vacunales y la circulación de información sobre vacunas en entornos digitales plantean desafíos para la confianza y la comunicación en salud. Objetivo: Describir la percepción, el nivel de confianza declarada y las actitudes hacia la vacunación en población general y en profesionales de la salud en Argentina y explorar descriptivamente su relación con las fuentes de información declaradas, con especial consideración del contexto posterior a la pandemia de COVID-19, a partir de datos recolectados en 2025. Métodos: Se realizó un estudio descriptivo transversal, de enfoque cuantitativo y carácter exploratorio. Se aplicó un cuestionario estructurado de elaboración propia, diseñado con fines descriptivos e informado por literatura previa, a una muestra no probabilística de 300 participantes (150 de población general y 150 profesionales de la salud), reclutados mediante difusión digital. El análisis se basó en estadísticas descriptivas, utilizando frecuencias absolutas y relativas. No se realizaron pruebas inferenciales ni modelos multivariados. Resultados: En la población general se observaron niveles altos de confianza declarada en las vacunas, junto con la presencia de subgrupos pequeños con confianza moderada o baja. Asimismo, 42 personas (28,0%) indicaron que la información difundida en redes sociales influye en gran medida en la percepción sobre las vacunas. Entre los profesionales de la salud predominó una confianza elevada y homogénea, con recomendación activa de la vacunación, aunque se identificaron casos puntuales de confianza no absoluta y un reconocimiento generalizado del impacto de la desinformación en la práctica cotidiana. En ambos grupos, las redes sociales fueron percibidas como un factor relevante en la construcción de opiniones sobre la vacunación, sin que estos hallazgos deban interpretarse como asociaciones estadísticamente comprobadas. Conclusiones: Los hallazgos muestran que, aun en contextos de alta confianza general, existen segmentos poblacionales de duda y ambivalencia en relación con la vacunación y una percepción relevante de influencia de los entornos informativos. Estos resultados subrayan la importancia de fortalecer estrategias de comunicación en salud basadas en evidencia, dirigidas tanto a la población general como a los profesionales de la salud, con el fin de abordar tempranamente las dudas persistentes y contribuir al sostenimiento de coberturas vacunales adecuadas.
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    Frecuencia de infección por Bordetella Pertussis en adultos: estudio multicéntrico argentino
    (2026) Mauas, Romina P.; Mykietiuk, Analia; Contreras, Rosa; Bonvehí, Pablo; Gordóvil, Mariana; Alzogaray, María Fernanda; Romandetta, Agustin; Vulcano, Victoria; Pellice, Florencia; Leone, María Victoria; Grippo, Natalin; Salmerón, Alejandra; Michelud, Cecilia; Urueña, Analia
    Introducción: La epidemiología de Bordetella pertussis (Bp) ha cambiado tras la vacunación pediátrica universal, con un aumento de casos en adolescentes y adultos, quienes pueden presentar mayor riesgo de complicaciones y actuar como reservorio para la infección en lactantes. En personas adultas, la prevalencia reportada varía entre 2% y 32%. El objetivo del estudio fue evaluar la frecuencia de infección por Bp en adultos con tos en diferentes ciudades de Argentina. Materiales y métodos: Estudio observacional, prospectivo, multicéntrico, transversal (agosto 2023 - agosto 2024) que incluyó personas =50 años que consultaron ambulatoriamente por tos de 3-28 días de evolución en cuatro hospitales del país. Se obtuvieron hisopados nasofaríngeos (HNF) procesados mediante PCR multiplex (FilmArray BioFire RP2.1, Biomérieux). Se recogieron datos clínico-epidemiológicos en visita basal y de seguimiento telefónico a 7 y 30 días. Resultados: Se incluyeron 391 sujetos. La positividad del HNF fue del 65% (n=255), significativamente mayor en personas con <7 vs. =7 días de tos al ingreso (75% vs. 56%, p <0.001). Se detectó Bp en 1/391 individuos (0.26%; IC95% 0.036%-1.8%). Además, se aislaron 284 virus y 8 bacterias, incluyendo 34 coinfecciones (13%). La tasa de hospitalización fue del 5.6%, asociándose significativamente con la presencia de comorbilidades al ingreso (OR 5.86; IC95% 1.87-18.33; p=0.002). Conclusión: La detección de Bp fue muy baja, predominando los aislamientos virales, con complicaciones principalmente en pacientes con comorbilidades. Estudios futuros con mayor cobertura poblacional, regional y temporal podrían detectar una mayor frecuencia de este patógeno de circulación cíclica.
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    Modelos de subsistencia del holoceno tardío en las sierras de Córdoba a partir del análisis de isótopos estables de δ13C Y δ15N
    (27-07-2026) Recalde, Andrea; Rivero, Diego; Luisi, Pierre; López, María Laura; Díaz, Iván A.; García Tacite, José; Pastor, Sebastián; Tissera, Luis; Rascován, Nicolás
    El objetivo de esta presentación es discutir prácticas de subsistencia de las comunidades que ocuparon las Sierras de Córdoba durante el Holoceno tardío, con base en el análisis de isótopos estables (δ13C y δ15N) recuperados del tejido óseo de 16 individuos procedentes de las áreas norte (localidad arqueológica de Cerro Colorado), y centro-oeste (valle de Traslasierra). Esta información es contrastada con datos contextuales (faunísticos y botánicos) e información isotópica regional publicada (v.g. Laguens et al., 2009; Tavarone et al., 2020). El modelo de subsistencia propuesto para Sierras Centrales señala que, desde el ca. 3000 AP se observa una diversificación en la dieta, marcada por el incremento en el registro de recursos vegetales como algarroba (Neltuma sp.) y chañar (Geoffroea decorticans), junto al consumo de camélidos (Lama guanicoe) y cérvidos (Ozotoceros bezoarticus), y el aumento en la representación de microvertebrados (e.g. roedores, armadillos). A esta estrategia flexible, se incorporaron, a partir del ca. 1300 AP, prácticas agrícolas que incluyeron, entre otros recursos, al maíz (Zea maiz). Para este período, la información acumulada para ambas áreas, ha permitido plantear una variabilidad de estrategias de subsistencia, en tanto que en la región norte el manejo de recursos vegetales domésticos trajo aparejado la implementación de tiempos agrícolas diferentes y, en consecuencia, pautas de movilidad distintas a las planteadas para el centro-oeste En este contexto, para analizar las diversidad temporal y geográfica de la información, proponemos un estudio comparativo que abarque tanto las áreas de procedencia de los individuos, como los bloques temporales señalados, a fin de identificar información que nos permita respaldar y/o discutir el modelo propuesto para la región desde otros proxis. Para ello, aplicamos el modelo de mezcla bayesiano implementado en MixSIAR para R (Stock y Semmens, 2013) para analizar los valores medios y el error asociado en la contribución proporcional de diferentes recursos a la dieta de los individuos (consumidores) en cada área, utilizando los valores de δ13C y δ15N.
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    Probiotic lactobacilli as a promising strategy to ameliorate disorders associated with intestinal inflammation induced by a non-steroidal anti-inflammatory drug
    (2021) Martínez Monteros, María José; Maldonado Galdeano, Carolina; Balcells, María Florencia; Weill, Ricardo; De Paula, Juan Andrés; Perdigón, Gabrela; Cazorla, Silvia Inés
    Damage to the small intestine caused by non-steroidal anti-inflammatory drugs (NSAIDs) occurs more frequently than in the upper gastrointestinal tract, is more difficult to diagnose and no effective treatments exist. Hence, we investigated whether probiotics can control the onset of this severe condition in a murine model of intestinal inflammation induced by the NSAID, indomethacin. Probiotic supplementation to mice reduce the body weight loss, anemia, shortening of the small intestine, cell infiltration into the intestinal tissue and the loss of Paneth and Goblet cells associated with intestinal inflammation. Furthermore, a high antimicrobial activity in the intestinal fluids of mice fed with probiotics compared to animals on a conventional diet was elicited against several pathogens. Interestingly, probiotics dampened the oxidative stress and several local and systemic markers of an inflammatory process, as well as increased the secretion of IL-10 by regulatory T cells. Even more importantly, probiotics induced important changes in the large intestine microbiota characterized by an increase in anaerobes and lactobacilli, and a significant decrease in total enterobacteria. We conclude that oral probiotic supplementation in NSAID-induced inflammation increases intestinal antimicrobial activity and reinforces the intestinal epithelial barrier in order to avoid pathogens and commensal invasion and maintain intestinal homeostasis.
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    Recommendations for streamlining precision medicine in breast cancer care in Latin America
    (2021) Alvarado-Cabrero, Isabel; Doimi. Franco; Ortega, Virginia; Telles de Oliveira Lima. Jurema; Torres, Rubén; Torregrosa. Lilian
    Background: The incidence of breast cancer (BC) in LMICs has increased by morethan 20% within the last decade. In areas such as Latin America (LA), addressing BCat national levels evoke discussions surrounding fragmented care, limited resources,and regulatory barriers. Precision Medicine (PM), specifically companion diagnostics(CDx), links disease diagnosis and treatment for better patient outcomes. Thus, itsapplication may aid in overcoming these barriers.Recent findings: A panel of LA experts in fields related to BC and PM were providedwith a series of relevant questions to address prior to a multi-day conference. Withinthis conference, each narrative was edited by the entire group, through numerousrounds of discussion until a consensus was achieved. The panel proposes specific,realistic recommendations for implementing CDx in BC in LA and other LMIC regions.In these recommendations, the authors strived to address all barriers to the wide-spread use and access mentioned previously within this manuscript.Conclusion: This manuscript provides a review of the current state of CDx for BC inLA. Of most importance, the panel proposes practical and actionable recommenda-tions for the implementation of CDx throughout the Region in order to identify theright patient at the right time for the right treatment.
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    Influenza vaccination hesitancy in large urban centers in South America. Qualitative analysis of confidence, complacency and convenience across risk groups
    (2021) González-Block, Miguel Ángel; Pelcastre-Villafuerte, Blanca Estela; Riva Knauth, Daniela; Fachel-Leal, Andrea; Comes, Yamila; Crocco, Pedro; Noboa, Laura; Rodríguez Zea, Berenice; Ruoti, Mónica; Díaz Portillo, Sandra Patricia; Sarti, Elsa
    Influenza vaccination coverage in countries of Latin America is low among priority risk groups, ranging from 5 to 75% among older people. This paper aims to describe and analyze the determinants of influenza vaccination hesitancy through the lens of the 3C model of confidence, complacency and convenience among middle-class, urban risk group populations in Brazil, Chile, Paraguay, Peru, Uruguay, countries in South America with contrasting vaccination coverage. Focus groups were conducted among four risk groups: pregnant women, mothers of children aged <6 years, adults with risk factors, and adults aged �60 years in samples of urban residents. Adults with risk factors expressed the most detailed perceptions about confidence in the vaccine. A wide range of perceptions regarding complacency were expressed across risk groups and countries, with pregnant women and mothers showing greater concerns while convenience had a narrower and generally more positive range of perceptions. Participants from Chile and Paraguay expressed the most contrasts regarding confidence and complacency. Information and communication strategies need to be tailored for risk groups while confidence and complacency should be addressed in synergy.
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    Agenda 2030 en Argentina: percepciones de expertos en salud, comparación con expertos de Brasil y primeros impactos de la pandemia COVID-19
    (2021) Fontela, Mariano; Beltrame, Soledad; Monsalvo, Mauricio; Câmara, Érika Kastrup Bittencourt e; Ribeiro, José Mendes; Moreira, Marcelo Rasga
    La Agenda 2030, una estrategia de la Organización de las Naciones Unidas (ONU) para promover un desarrollo humano global y sostenible capaz de satisfacer necesidades sociales básicas, aún se encuentra en sus etapas iniciales en la mayoría de los países de América del Sur. La presente investigación tuvo como objetivo consultar a un grupo de expertos en salud sobre las posibilidades de Argentina de cumplir con la Agenda 2030, en especial las metas del ODS3-Salud y Bienestar-, a su vez que se les consultó sobre los obstáculos, desafíos y recomendaciones de políticas para cumplir con las metas. El cambio de gestión del gobierno en diciembre de 2019, y el surgimiento de la pandemia COVID19 en el presente año, amplió la investigación incorporando el análisis del actual Ministro de Salud de la Nación sobre la Agenda 2030, el estudio realizado y las perspectivas actuales en el periodo de la pandemia. Los resultados fueron analizados en perspectiva comparada con un estudio brasilero, y mostraron que la mayoría de los expertos coincide en el bajo potencial del país para cumplir con las metas de la Agenda 2030. Sin embargo en el análisis del nuevo Ministro de salud surgen “las paradojas de la pandemia” que refieren a la oportunidad de fortalecer el sistema sanitario producto de la pandemia COVID-19.
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    Tiempos de evaluación ética de protocolos de investigación: resultados de un estudio observacional
    (2023) Mariani, Javier; Garau, María Laura; Roitman, Adriel Jonas; Vukotich, Claudia; Perelis, Leonardo; Ferrero, Fernando; Domínguez, Msc Adriana Gladys; Campos, Cecilia; Serrano, Cecilia; González Villa Monte, Gabriel
    La evaluación de protocolos de investigación por Comités de Ética en Investigación (CEI), esencial para garantizar la protección de los participantes, se gestiona en la Ciudad de Buenos Aires a través la plataforma electrónica PRIISA.BA desde enero del 2020. El objetivo del presente estudio fue describir los tiempos de evaluación ética, su evolución temporal, y los predictores de su duración. Se realizó un estudio observacional que incluyó todos los protocolos evaluados entre enero de 2020 y septiembre de 2021. Se calcularon los tiempos al dictamen final y a la primera observación. Se evaluaron las tendencias temporales de los tiempos, y la asociación multivariada entre éstos y características de los protocolos y de los CEI. Se incluyeron 2781 protocolos evaluados en 62 CEI. La mediana de tiempo al dictamen final fue de 29.11 (RIQ 11.29 a 63.35) días, y del tiempo a la primera observación de 8.92 (RIQ 2.05 a 18.18) días. Los tiempos se redujeron significativamente a lo largo del período de estudio. Detectamos como variables independientemente asociadas a menor tiempo a la temática COVID, tener financiamiento y el número de centros a realizarse el estudio y haber sido evaluado en un CEI con más de 10 miembros. La realización de observaciones al protocolo se asoció a mayor tiempo. Los resultados del presente trabajo sugieren que los tiempos de evaluación ética se redujeron durante el período de estudio. Además, se identificaron variables asociadas con los tiempos, que podrían ser objeto de intervenciones para mejorar el proceso.
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    Apsectos relevantes del mercado de medicamentos en Argentina
    (2024) Marin, Gustavo H.; Tarragona Sonia
    Agradecemos el comentario del Dr. Guido Pesce en su Carta titulada: ¿Qué tipos de medicamentos se comercializan en el mercado farmacéutico argentino? Un enfoque regulatorio, referida a nuestro articulo denominado “Caracterización de la oferta de medicamentos en la República Argentina” publicado en Medicina (B Aires) 2023; 83: 522-3 2 . El autor menciona que nuestro estudio no profundiza en las características y propiedades de las categorías de medicamentos analizados en este trabajo, y focaliza su comentario en el hecho de haber agrupado en una misma categoría de análisis a los medicamentos multifuente y similar
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    Prognostic factors for mortality in patients infected with New World hantaviruses: a systematic review and meta-analysis
    (2026) Tortosa, Fernando; Ragusa, Martín Alberto; Neumann, Ignacio; Perre, Fernando; Guaresti, German; Donato, Manuel; Izcovich, Ariel
    Introduction One of the challenges in managing patients with hantavirus infection is accurately identifying individuals who are at risk of developing severe disease. Prompt identification of these patients can facilitate critical decisions, such as early referral to an intensive care unit. The identified prognostic factors could be of utility in guiding medical care to enhance the management of hantavirus infection. Objective To identify and evaluate prognostic factors associated with mortality in hantavirus infection. Methods We conducted a Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses-reported systematic review following Cochrane guidance adapted for prognosis. We searched PubMed/MEDLINE, Cochrane Central Register of Controlled Trials (CENTRAL), Biblioteca Virtual de Saúde or Lilac and EMBASE, from 1 January 1993 to 2 October 2025. We included studies evaluating individual prognostic factors or risk assessment models of New World hantavirus infections, with no restrictions on study design, publication status or language. When feasible, we conducted meta-analyses for prognostic factors using the inverse variance-based method with random effect model. We assessed the certainty of the evidence using the Grading of Recommendations Assessment, Development and Evaluation approach. Results We included 25 studies with a total of 7284 participants. We identified the following prognostic factors for which we found moderate to high certainty that are associated with increased mortality: age over 18 years, female sex, rural residence, elevated creatinine levels, increased haematocrit, signs of bleeding and the presence of infiltrates on chest radiographs. Discussion Our systematic review identified prognostic factors for mortality in patients with New World hantavirus infection. These factors can inform clinicians in making more informed management decisions. Furthermore, our findings lay the groundwork for the future development of a clinical prognostic model, potentially enhancing patient care and outcomes.
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    µCT scanning effects on aDNA and a multi-step workflow for archaeological petrous portions
    (2026) Menéndez, Lumila Paula; Luisi, Pierre; López-Sosa, María Clara; Da Silva, Sergio Monteiro; Buck, Laura T.; Kuzminsky SC; Sánchez, Mirsha Quinto; Le Maître, Anne; Chappard, Christine; Rios, Cassandra; Groh, Hans; Siles, Wara; Hernández, GGustavo Monteil; Becerra-Valdivia, Lorena; Argüelles, Juan Manuel; Yáñez, Bernardo; Fuente Castro, Constanza de la; Tamburrini, Camila; Garcia-Deister, Vivette; Contreras-Sieck, Miguel Angel; Pasqualini, Sebastián; Novellino, Paula; Acosta Morano, Candela; Guevara, Daniela; Mansegosa, Daniela; Chiavazza, Horacio; Giannotti, Sebastián; Tissera, Luis; Pastor, Sebastián; Díaz, Iván A.; Grimoldi, María Solange; Silva-Pinto, Verónica; Solari, Ana; Pessis, Anne.Marie; Barberen, Ramiro; Rascovan, Nicolás
    The petrous portion of the temporal bone (often informally referred to as the “petrous bone”) is a key element in human evolutionary studies due to its exceptional preservation of biomolecules and morphological information. Intensive and often redundant sampling raises concerns about sustainability and long-term conservation, however. Digital recording of morphology (micro-computed and medical tomography) can preserve what destructive sampling destroys, enabling future analyses, yet there have been concerns regarding its effect on biomolecular preservation. Here, we present a systematic observational assessment of whether micro-computed tomography (µCT)—a widely used tool for digital preservation—affects ancient DNA (aDNA) integrity in archaeological human petrous portions. We analyzed 93 archaeological samples from Argentina, of which 50 were µCT-scanned prior to molecular analysis and 43 were not. We compared six commonly used molecular parameters, including endogenous DNA content, read length, cytosine deamination patterns, and mitochondrial and nuclear contamination estimates. No statistically significant differences were observed between scanned and unscanned samples across these parameters (Mann-Whitney/Wilcoxon tests, p>0.05). Although mitochondrial contamination estimates were marginally higher in scanned samples (p=0.051), they largely remain below the widely accepted 5% threshold for genomic analysis. Moreover, this pattern was not observed when considering nuclear contamination. Within the limits of this non-paired design, these results suggest that µCT imaging, under the scanning parameters applied here, does not introduce large or systematic bias derived from disruptions in standard aDNA preservation metrics. Building on these observations and on our collaborative experience with the shared use of archaeological samples across complementary research lines, and given that our results show that µCT imaging under appropriate scanning conditions does not significantly compromise DNA preservation, we propose a sustainable, multi-step workflow that integrates biological profiling, osteobiography, imaging, and compositional pre-screening prior to molecular sampling. This approach aims to maximize the scientific information obtained from skeletal collections while minimizing destructive practices, thereby promoting ethical and sustainable research on irreplaceable anthropological remains, and fostering interdisciplinary collaboration.
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    González García G. 50 años de política de salud
    (2026) Fontela, Mariano
    El libro ‘50 años de políticas de salud’ analiza las reformas del sistema sanitario argentino desde la experiencia del Sistema Nacional Integrado de Salud - SNIS (1973) hasta la gestión centralizada de la pandemia de COVID-19. Combina análisis de política, reconstrucciones históricas y testimonios de decisores nacionales y provinciales, mostrando ideales, estrategias de implementación, resistencias y resultados. Para lectores brasileños, ilumina paralelismos estructurales - federalismo, fragmentación e inequidades - y contrasta modos de coordinación en crisis. Examina integración sectorial, justicia social, género y derechos humanos, además de herramientas de gestión como planificación negociada, metas medibles y transparencia. Incluye un decálogo de acciones para orientar futuras reformas regionales en América Latina.
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    Tecnologías en la enseñanza: múltiples miradas para escenarios diversos
    (2022) Agulló, Marcela; Ferrarelli, Mariana; Miyar, Rogelio Carlos; Sabelli, María José
    Por su carácter multimodal y ubicuo las tecnologías digitales plantean desafíos y oportunidades en el diseño de la enseñanza. Si bien generan dudas respecto de su funcionamiento y las brechas que se multiplican a la luz de los nuevos escenarios pandémicos, emergen como condición de posibilidad para generar propuestas que inviten a los estudiantes a convertirse en protagonistas de su propio aprendizaje. Sus atributos de maleabilidad y conexión con contextos auténticos posicionan a las tecnologías digitales como un recurso muy potente para promover el trabajo con diversidad en el aula y la autonomía del alumnado. El objetivo de este artículo consiste en analizar las características de los medios digitales y explorar los modos de su inclusión en las propuestas de enseñanza.
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    Respuesta inmunitaria al SARS-CoV-2 y factores asociados previo a la vacunación, en personal de salud de atención primaria en una comuna de Santiago, Chile
    (2022) Olea, Andrea; Matute, Isabel; Hirmas, Macarena; González, Claudia; Iruretagoyena, Mirentxu; Munita, José Manuel; Pedroni, Elena; Gómez, María Inés; Nájera, Manuel
    Introducción: La pandemia de COVID-19 surgida en China a fines de 2019, se extendió rápidamente por el mundo, con casi 600 millones de casos y 6,3 millones de fallecidos en la actualidad. Los más afectados fueron los trabajadores de la salud con al menos tres veces más riesgo que la comunidad general de contraer la enfermedad. La mayoría de los estudios sobre seroprevalencia en trabajadores de la salud, se enfocan en establecimientos de atención hospitalaria y no se ha indagado con igual intensidad sobre lo que ocurre en la Atención Primaria de Salud (APS). Objetivos: Determinar prevalencia de SARS-CoV-2 mediante anticuerpos IgG en personal de atención primaria de comuna de La Pintana y explorar sus características clínicas y factores de riesgo, previo a la vacunación en Chile. Metodología: Diseño transversal realizado en noviembre 2020. Se recogieron datos sociodemográficos y clínicos mediante entrevista cara a cara, previa firma de consentimiento. Se determinó IgG específica mediante ELISA que utiliza proteína N y S. Las diferencias entre sujetos positivos y negativos se estudiaron mediante análisis bivariado y para asociaciones encontradas, se desarrollaron modelos multivariados controlando potenciales variables de confusión. El estudio contó con la aprobación del Comité Ético Científico de la Universidad del Desarrollo. Resultados: Participaron 463 funcionarios (51,4%) encontrando prevalencia de 21,8%. Los factores de riesgo fueron edad menor, ser médico y haber sido contacto estrecho de un caso. El 22% fue asintomático. Entre quienes presentan anosmia o ageusia, la probabilidad de IgG+ fue superior a 70%. Los títulos de anticuerpos aumentan significativamente con la gravedad. Conclusiones: La prevalencia en personal de atención primaria encontrada es concordante con la evidencia previa en trabajadores de salud. La menor edad y la profesión de médico se asocian a un mayor riesgo de enfermar.
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    Barriers and facilitators to influenza vaccination observed by officers of national immunization programs in South America countries with contrasting coverage rates
    (2022) González-Block, Miguel Ángel; Díaz Portillo, Sandra Patricia; Arroyo Laguna, Juan; Comes, Yamila; Crocco, Pedro; Fache-Leal, Andréa; Noboa, Laura; Riva Knauth, Daniela; Rodríguez-Zea, Berenice; Routi, Mónica; Sarti, Elsa; Puentes, Esteban
    Barriers and facilitators to influenza vaccination observed by officers of national immunization programs in South America countries with contrasting coverage rates