Repositorio Digital ISALUD
El RID es una plataforma digital concebida para preservar, difundir y poner al alcance de toda la comunidad universitaria el patrimonio documental y visual de la institución. Organiza la memoria institucional y la producción académica mediante Comunidades temáticas. Este espacio digital agrupa sistemáticamente el Archivo Histórico, los Centros de Estudio, las Ediciones, la Revista ISALUD, la Producción Científica y los Trabajos Finales de Grado y Posgrado. Su objetivo principal es facilitar la transferencia de conocimiento y la preservación de la contribución de la Universidad al campo de la salud.
Para explorar en detalle más información y los servicios digitales consulte la Biblioteca ISALUD.

Communities in DSpace
Select a community to browse its collections.
- El Archivo Histórico Institucional de la Universidad ISALUD tiene como objetivo conservar y preservar la memoria institucional de nuestra universidad. Este archivo digital es un recurso invaluable para la comunidad académica, ya que permite investigar y comprender la evolución de nuestra institución a lo largo del tiempo. A través de la conservación de documentos, fotografías y publicaciones, el archivo sirve como un testimonio de la contribución de la universidad en el campo de la salud.
- Los Centros de Estudios funcionan como instancias de integración y consolidación de las actividades de docencia, extensión e investigación ya que entre sus integrantes hay docentes y Directores de las carreras de grado y posgrado de la Universidad, que a su vez participan o han participado también en actividades de investigación y extensión. Asimismo, constituyen espacios de generación de conocimiento y formación para alumnos y graduados.
- Las publicaciones de Ediciones ISALUD constituyen herramientas adecuadas para la transferencia de conocimientos a la sociedad en general, y a la comunidad universitaria en particular. Actualmente su fondo editorial cuenta con más de cincuenta títulos, algunos de los cuáles se han convertido en textos de referencia tanto a nivel nacional como regional.
- Esta sección centraliza, organiza y jerarquiza toda la documentación legal y administrativa de nuestra universidad. Su función primordial es ofrecer a toda la comunidad un acceso transparente, ágil y seguro a los reglamentos, normativas y resoluciones que rigen la vida académica e institucional universitaria. Mediante una clasificación técnica, se contribuye a la preservación de la memoria institucional y se asegura la coherencia en los procesos de gestión y la claridad en la toma de decisiones diarias.
- La vinculación entre la investigación y desarrollo y las actividades de formación es considerada clave. De esta forma, buscamos facilitar la interacción entre los entornos científicos, productivos y sociales de manera que los resultados de la investigación se orienten a la resolución de problemas sanitarios de interés social, poblacional, logrando una efectiva vinculación e integración de la comunidad académica, las empresas productivas y los servicios de promoción y atención de la salud.
Recent Submissions
Probiotic–intestinal epithelium crosstalk: mechanisms of adhesion, signalling, and immunomodulation
(2025) Maldonado-Galdeano, Carolina; Cazrola, Silvia Inés; Fuller, Roy; Weill, Ricardo; Perdigón, Gabriela
A large number of studies have highlighted the important role of probiotics in maintaining intestinal homeostasis and promoting host health. Although, several mechanisms have been proposed in recent years the exact mechanisms by which probiotic exert their effect on the immune system are not completely understood. However, intestinal epithelial cells (IEC) have an undisputed participation in the initial stages of communication between probiotics and host cells. This review summarises the current knowledge on the interaction of probiotics with IEC and the consequent stimulation of gut immune cells. In addition, it emphasises the importance of probiotics adhesion to the intestinal mucus or to the IEC as a crucial step to sustain the gut immune surveillance, ensure the probiotic efficacy and promote the activation of immune cells in organs beyond the gut.
Evaluación de la respuesta del gobierno argentino a la COVID-19
(2026) Fontela, Mariano; Proto Guitérrez, Fernando
Este artículo describe la respuesta del gobierno argentino a la COVID-19 y la reacción del entorno político nacional, con el objetivo de caracterizar las principales políticas de prevención e inmu-nización implementadas entre 2020 y 2022 y analizar su desempeño mediante la comparación del exceso de mortalidad con otros países sudamericanos. Se realizó un estudio descriptivo-analítico basado en fuentes secundarias. Los resultados sugieren que el gobierno argentino, pese a un entorno político opo-sitor sumamente adverso, generó consensos con sectores diversos, implementó tempranamente medidas de prevención, amplió la oferta sanitaria crítica, planificó una estrategia de inmunización satisfactoria y extendió el acceso a información. En la comparación regional, el exceso de mortalidad ubicó al país entre las respuestas gubernamentales relativamente más exitosas del subcontinente durante 2020-2022. El artículo concluye que la concertación interjurisdiccional se asocia con resultados sanitarios favorables, y ofrece evidencia para el diseño de políticas ante futuras emergencias sanitarias.
Avaliação, análise e auditoria de políticas de saúde: interfaces estratégicas para a decisão, a garantia de direitos, a qualidade e a eficiência no SUS
(2026) Rasga Moreira, Marcelo; Mendonça Guimarães, Raphael; Fontela, Mariano; Bruxellas Parra, Rafael
A EXISTêNCIA DO SISTEMA ÚNICO DE SAúDE (SUS) INSCREVE A POLíTICA DE SAúDE brasileira em um horizonte normativo exigente. Como política pública orientada pelos princípios da universalidade, da integralidade e da equidade, o SUS não pode ser pensado apenas como um arranjo organizacional de serviços. Trata-se de uma construção histórica inspirada em uma visão coletivista de sociedade e situada em um período de luta pela democracia e pela superação da ditadura militar imposta ao País em 19641. Por isso, foi fundada no reconhecimento da saúde como direito de todos e dever do Estado, que é demandado a implementar políticas capazes de enfrentar desigualdades, produzir cuidado e sustentar a garantia de direitos em contextos sociais e territoriais heterogêneos. Essa condição torna incontornável a presença de instrumentos voltados a compreender, examinar e qualificar a ação estatal em saúde. Em sistemas universais e complexos como o SUS, é necessário entender como os problemas públicos são definidos, como as prioridades são estabelecidas, como os programas são implementados, quais efeitos produzem e de que modo podem ser corrigidos. É nesse plano que se afirma a articulação entre a análise de políticas, a avaliação e a auditoria. A análise de políticas permite deslocar o olhar para além do enunciado formal das decisões governamentais. Seu interesse recai sobre atores, instituições, contextos e processos, evidenciando que políticas públicas não são respostas lineares a necessidades dadas, mas construções historicamente determinadas, atravessadas por conflitos, mediações institucionais e capacidades estatais3-5. No campo da saúde, essa perspectiva é particularmente fecunda porque ajuda a compreender por que políticas semelhantes produzem efeitos distintos em contextos federativos e territoriais desiguais. A avaliação acrescenta outra camada: se a análise de políticas ilumina a formação e a dinâmica da ação pública, a avaliação interroga o mérito, a pertinência, a coerência, os resultados, os efeitos e os usos das intervenções. Em saúde, esse campo consolidou-se como espaço plural de produção de conhecimento, extrapolando a ideia de que avaliar se resume à mensuração final de indicadores. Avaliar implica examinar relações entre objetivos, meios, implementação e resultados, reconhecendo a complexidade dos contextos em que políticas e programas operam6-8. A auditoria, por sua vez, não pode ser reduzida à verificação de conformidades ou ao controle retrospectivo de falhas. Embora essas dimensões permaneçam essenciais, sua institucionalização no SUS a aproxima também de uma agenda de governança, integridade, desempenho e aprimoramento das políticas9. Ao mesmo tempo, a governança do sistema depende da interação entre diferentes níveis e poderes de governo, especialmente em conjunturas críticas, nas quais se tornam mais visíveis os limites e as possibilidades de coordenação política e institucional. Nessa chave, a auditoria deixa de ser apenas uma instância acessória de fiscalização para participar da identificação de fragilidades sistêmicas, da indução de ajustes e do fortalecimento da gestão pública. É justamente na interseção desses três campos que se situa a relevância deste número especial da ‘Saúde em Debate’, financiado pelo TED 80/2023, firmado entre a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (DenaSUS) do Ministério da Saúde (MS). A análise de políticas permite compreender por que as decisões assumem determinadas formas e quais relações de poder as sustentam; a avaliação oferece instrumentos para julgar a pertinência, os efeitos e os usos das intervenções; e a auditoria acrescenta densidade institucional ao exame da ação pública. Em conjunto, essas perspectivas ampliam a inteligência pública necessária para governar sistemas complexos e sustentar a garantia de direitos no SUS. Neste número especial, um primeiro conjunto de textos volta-se aos fundamentos conceituais e políticos da agenda pública. Reúnem-se, aí, reflexões sobre governança e responsividade; deslocamentos nas abordagens clássicas da análise de políticas; relações entre transformação social, mobilidade e equidade; discussões sobre o uso de indicadores de iniquidade na formulação, no monitoramento e na avaliação; além de análises que aproximam monitoramento, justiça, governança, auditoria e controle da corrupção. Em conjunto, esses trabalhos mostram que o exame das políticas de saúde não pode ser reduzido à mera operação técnica, dissociada dos problemas da desigualdade, da legitimidade e da ação estatal. O segundo eixo concentra-se na auditoria como capacidade institucional e dimensão constitutiva da governança do SUS. Nesse bloco, destacam-se discussões sobre mudanças institucionais e inovação em auditoria; contribuições da auditoria interna governamental para a governança hospitalar; potencial de influência da auditoria na Agenda 2030; compromisso da auditoria com a melhoria das políticas de saúde; implantação de modelos de capacidade institucional; e monitoramento de planos de ação pactuados com os gestores auditados. Trata-se de uma leitura da auditoria menos restrita à conformidade e mais vinculada à indução de mudanças e ao aperfeiçoamento organizacional. O terceiro núcleo enfatiza o monitoramento e a avaliação na gestão e na tomada de decisão. Os textos abordam desafios e potencialidades do monitoramento e da avaliação na gestão estadual do SUS; práticas e tendências dessas atividades na atenção primária; avanços e limites do monitoramento e avaliação de políticas públicas no governo federal; bem como lacunas informacionais sobre auditoria em relatórios anuais de gestão e pareceres de conselhos de saúde. O conjunto recoloca, com força, a questão do uso: não basta produzir informação é preciso compreender como ela circula e em que medida se converte em capacidade efetiva de governo. O quarto bloco desloca essa articulação para políticas, programas e problemas concretos. Estão presentes: debates sobre participação social em processos avaliativos voltados à regulação de cigarros eletrônicos; análises da resposta governamental à covid-19; interfaces entre vigilância em saúde e saúde da população negra; medicamentos da atenção primária; política oncológica a partir da auditoria sobre a Lei dos 60 dias; critérios de prioridade do Farmácia Popular segundo vulnerabilidade social; e novas políticas de atenção especializada, com destaque para o papel federativo do MS. Ao se debruçar sobre esses temas, o número especial mostra que a densidade analítica do debate é condição para compreender como as decisões públicas produzem efeitos diferenciados e como tais efeitos podem ser examinados criticamente. A discussão sobre eficiência comparece em chave compatível com os compromissos do SUS. Em vez de uma noção estreita, reduzida à compressão de custos, os trabalhos aqui reunidos a recolocam em diálogo com qualidade, integridade, equidade e capacidade estatal. Essa inflexão é especialmente oportuna porque, em um sistema público, universal e subfinanciado, eficiência só faz sentido quando articulada à pergunta sobre quem acessa, em que condições, com que qualidade e com quais resultados. O número se amplia, por fim, com resenhas e entrevista que ajudam a situar historicamente o debate e a ampliar sua circulação crítica. Mais do que reunir trabalhos sobre objetos próximos, esta edição reafirma que a análise de políticas, a avaliação e a auditoria compõem um terreno estratégico para o fortalecimento do SUS. Em um contexto de crescente complexidade decisória, persistência de desigualdades e necessidade permanente de qualificação institucional, fortalecer esse terreno comum significa ampliar a capacidade de compreender problemas, sustentar decisões, corrigir rumos e reafirmar a saúde como direito.
Análisis bioarqueológico de restos óseos humanos musealizados: revalorización de la reserva patrimonial del Museo Arqueológico Cerro Colorado
(2026) Díaz, Ivan A.; Recalde, Andrea
El objetivo de este trabajo es presentar y discutir los resultados del análisis bioarqueológico de tres individuos custodiados en la reserva patrimonial del Museo Arqueológico Cerro Colorado, que cuentan con información contextual (i.e., notas de campo, croquis y fotografías). Los restos ingresaron al museo durante las décadas de 1970 y 1980 y se integraron a un plan de acondicionamiento y conservación preventiva. La metodología empleada abarcó relevamiento de efectos postdepositacionales, la identificación de patologías óseas y dentales, la determinación de las características individuales (i.e. sexo biológico y edad) y la evaluación de prácticas culturales, como la deformación craneal intencional. Además, se realizaron fechados radiocarbónicos y análisis de isótopos estables de carbono (δ¹³C) y nitrógeno (δ¹⁵N) en dos individuos. Este estudio aporta nueva información sobre las comunidades locales que ocuparon la región durante el Holoceno Medio Final y Tardío (ca. 5000-300 años cal. AP) y resalta la importancia del análisis de restos musealizados en una región con antecedentes limitados en este tipo de investigaciones.
Region-specific patterns of sexual shape variation in the human bony labyrinth: 3D geometric morphometric analysis of a sample with known genomic sex
(2026) Menéndez, Lumila Paula; López-Sosa, María Clara; Montiel Hernández, Gustavo Daniel; Groh, Hans; Siles, Wara; Rios, Cassandra; Acosta Morano, Candela; Guevara, Daniela; Novellino, Paula; Mansegosa, Daniela; Chiavazza, Horacio; Giannotti, Sebastian; Pastor, Sebastian; Tissera, Luis; Recalde, Andrea; Diaz, Ivan; Grimoldi, María Solange; Peralta, Eva; Abbona, Cinthia; Tappatá, Micaela Victoria; Del Papa, Mariano; Berón, Mónica; Lucero, Eliana; Messineo, Pablo; Gonzalez, Mariela; Scheifler, Nahuel; Solari, Ana; Da Silva, Sergio Monteiro; Pessis, Anne-Marie; Barberena, Ramiro; Rascovan, Nicolas; Luisi, Pierre; Chappard, Christine
The human bony labyrinth has attracted increasing interest because of its taxonomic, evolutionary, and functional significance. Although sexual dimorphism has been reported in several aspects of the temporal bone, the extent to which sex, age, size, and allometry contribute to labyrinth shape variation remains poorly understood. Here, we investigated patterns of sexual shape variation in the human bony labyrinth using three-dimensional geometric morphometrics in a sample of 98 archaeological individuals from South America with known genomic sex. Centroid size and allometric effects were assessed in a subset of 90 individuals with comparable metric scaling. In addition to analysing the complete labyrinth, the cochlea and semicircular canals were examined separately to evaluate region-specific patterns of sexual shape variation. Principal Component Analysis showed extensive overlap between females and males, and overall labyrinth shape did not differ significantly between sexes. Males exhibited significantly larger labyrinths than females, and centroid size explained a small but significant proportion of overall shape variation. Regional analyses showed no evidence of significant sexual shape differences in the cochlea or in any individual semicircular canal when analysed separately. In contrast, the combined semicircular canal system exhibited subtle but significant sexual shape variation independent of centroid size, whereas morphological disparity did not differ between sexes. The geometric comparison of the female and male consensus configurations further showed that sexual shape variation was regionally heterogeneous. Whereas the cochlea exhibited a pattern of localized changes with low directional coherence, the semicircular canals displayed more coordinated regional shape changes. The male consensus also exhibited slightly higher canal circularity across all three semicircular canals, particularly the posterior canal, while differences in canal-plane orientation remained minimal. These findings demonstrate that sexual shape variation in the human bony labyrinth is subtle and anatomically partitioned among its components. Although significant sex differences in centroid size were detected across most anatomical regions, overall labyrinth shape and cochlear morphology were primarily influenced by allometry, whereas significant sex-related shape differences were detected only when the semicircular canals were considered as an integrated anatomical system. These findings demonstrate that sexual dimorphism in the human bony labyrinth is subtle but regionally heterogeneous, with the cochlea and semicircular canals exhibiting distinct patterns of shape variation, suggesting that these structures are influenced by different developmental, functional, and evolutionary processes.